As TERRAS mais BARATAS e as mais CARAS do Brasil. PREÇO de TODOS os ESTADOS em 2021.

Tempo de leitura: 4 min

Escrito por Equipe Micro Credito RS
em maio 14, 2021

Olá, eu sou o Anderson e esse é o Naturando,
o seu canal da natureza. Hoje vou te mostrar os valores para compra
de terras no Brasil. Quer mais conteúdo como este, então inscreva-se
no canal, assim você não perde nenhum vídeo. Não é nada fácil estimar o valor de uma
propriedade rural. Deve-se analisar os fatores de valorização
das terras, que variam de acordo com a localização, o tipo de solo do local e a destinação da
terra. Infelizmente não há uma metodologia padronizada
de pesquisa nacional para se estabelecer o valor de uma terra e acompanhar uma oscilação
de preços no decorrer dos anos. A instabilidade política e econômica são
os principais fatores que afetam no preço da propriedade rural. Incertezas em relação a economia faz com
que o produtor tenha receio de expandir sua produção. Essa insegurança torna o preço da terra
sem estabilidade. Há ainda o ponto de vista logístico, pois
é possível identificar a distância dos principais canais para escoamento da produção,
podendo baratear os custos de transporte. Por isso, terras próximas às principais
capitais dos estados apresentam valores mais elevados por estarem perto do mercado consumidor. Além do aspecto logístico da propriedade,
há a questão das condições topográficas. Superfícies com relevo acidentado costumam
apresentar menor percentual de áreas agricultáveis e dificulta a mecanização no campo, gerando
assim maior custo operacional. Propriedades que já apresentam uma infraestrutura
como casa, galpão, plantio em andamento ou algum outro negócio em desenvolvimento é
agregado maior valor a terra. As terras mais valorizadas estão nos estados
que mais se destacam na produção agrícola. Outro fator é que pessoas e empresas sem
nenhuma ligação com o agronegócios estão comprando terra para arrendar, principalmente
como ação defensiva em momentos de crise. O aumento médio no valor da terra nos últimos
5 anos foi de 55%, principalmente nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio
Grande do Sul. O centro-oeste já foi opção de terra barata
há 30 anos atrás, hoje em Mato Grosso o hectare para fazendas produtivas vai de R$
25.000,00 a R$ 175.000,00,dependendo das benfeitorias da fazenda. O estado de Goiás é um dos mais valorizados
do país, sendo que o hectare custa em média R$ 125.000,00. Roraima é considerada hoje a última fronteira
agrícola do país, e áreas próximas a Boa Vista já custam a bagatela de R$ 125.000,00
o hectare, sendo que o estado triplicou a área plantada de milho nos últimos 5 anos. Mas no interior do estado ainda é possível
encontrar terras por R$ 1.000,00 o hectare, mas que necessitam de investimento para correção
do solo e na logística de escoamento da produção. Em Rondônia fazendas para produção de soja,
milho e algodão variam entre R$ 40.000,00 e R$ 80.000,00 o hectare, valorização impressionate,
pois há cerca de 5 anos atrás o hectare valia cerca de R$ 8.000,00. Nas terras que não são destinadas para essas
culturas o preço do hectare varia de R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00. O Pará é o estado que mais cresce em área
de plantio e, ao mesmo tempo, o mais visado por ambientalistas. Áreas agricultáveis ou para formação de
pasto já são vendidas em torno de R$ 30.000,00 o hectare. Além da região do Matopiba, formada por
parte dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, surgiu na região Nordeste,
na última década, uma nova fronteira agrícola batizada de Sealba, composta por Sergipe,
Alagoas e Bahia, e nessas duas localidades o preço do hectare varia de R$ 30.000,00
a R$ 40.000,00. No Rio Grande do Sul, na metade norte do estado,
o hectare está avaliado em R$ 100.000,00. no Paraná o preço da terra cresceu, em média,
12% este ano em relação ao ano passado, inflacionado pela soja, que é o preço de
referência na comercialização das terras no Paraná, superando a marca de R$ 100.000,00
o hectare em área cultivável. Já o menor valor foi verificado na região
do litoral, cujo valor foi R$ 16.900,00 o hectare, em função das restrições de plantio
por questões ambientais. Em Santa Catarina o preço médio foi de R$
50.000,00 por hectare. No interior de São Paulo, há inúmeras usinas,
as quais optam por arrendar terras para produção de cana de açúcar ao invés de adquirir
os próprios lotes e realizar o plantio, devido a este fato houve um grande estímulo para
valorização da terra, sendo o valor por hectare estimado em mais de R$ 60.000,00 nos
imóveis rurais do interior paulista. Outro fator que contribuiu para o aumento
do preço da terra dessas regiões é a expansão urbana que se aproxima cada vez mais das propriedades
rurais, sendo que alguma delas se tornam lotes urbanos para abrigar universidades, pólos
de desenvolvimento tecnológico, empresas do setor agrícola e empresas de grande porte. Com alta na procura, o mercado rural está
aquecido. O preço médio da terra para cultivo de grãos
chegou a R$ 26.144 por hectare no Brasil, considerando áreas de elevada e média produtividade. Isso significa uma valorização de até 24%
nos estados do centro-oeste, principalmente em Mato Grosso, que é a região de refência
em procução agrícola. A alta dos imóveis rurais tende a continuar,
seja pela aquecida demanda por commodities no mercado internacional, seja pela oportunidade
de incremento de produtividade. Observa-se uma continuidade na procura por
terras em polos como Goiás, Mato Grosso do Sul e Tocantins, tanto para compra quanto
para arrendamento. Se o agronegócio continuar a ganhar espaço
no mercado mundial de alimentos, as terras seguirão se valorizando. Esse foi o vídeo de hoje, obrigado por assistir
e até a próxima.

Poderá ver o vídeo no youtube Aqui

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